domingo, 2 de junho de 2013

Caracóis dos seus cabelos.


O amor passou como uma roda
Centrifugando os corações
Quase tudo foi arrastado pelo vento
“Sem lenço e sem documento”

Eu, porém fiquei desenhando na areia
Vestígios de minhas memórias
Onde o amor levantava seus cabelos
Mas deixava os caracóis.

Autor: Gilberto Fernandes Teixeira

6 comentários:

  1. Quanta inspiração meu amigo! O poema ficou maravilhoso. Mesmo com a passagem de um vendaval restaram os caracóis dos lindos cabelos. Gostei muito.
    Beijos
    Gracita

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  2. Como nos enredamos nas voltas (caracóis) do amor...
    Cumps

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  3. Amigo, de facto o amor dá muitas voltas e já estou ficando tonto com tantos caracóis por cá.

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  4. O título do seu blog está a preceito!
    De facto há coisas que se escrevem que só saem a ferro e fogo!
    Saudações poéticas!

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    Respostas
    1. Amigo é sempre uma honra recebê-lo por cá! Sou apenas um sonhador fazendo o que se poderia chamar de "tudo" menos poesia...

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